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A vida maltrata quem sente demais. Quem sente demais acaba sofrendo mais que a maioria das pessoas. Tudo importa, tudo é exagerado, tudo é sentido de corpo e alma. Alma, principalmente.

— Clarissa Corrêa.   (via que-seja-agridoce)

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Sozinho. É assim que me sinto longe de você. Procurei me cercar de amigos, e mesmo assim, ainda sinto muito a sua falta. Tive que aprender a mentir, afinal nunca quis ser o centro das atenções, nem que sentissem pena de mim. Mesmo sozinho, passei bons momentos, mas seu rosto nunca saiu dos meus pensamentos. Existiram dias que fiquei trancado, ouvindo músicas e simplesmente lembrando, como eras especial pra mim. Isso me faz mal, mas é inevitável. Assim como é impossível te esquecer. Tive que mentir muitas vezes um sorriso, e justificar as lágrimas, como felicidade. Confesso agora, que era pura tristeza com uma pitada de raiva. Tristeza de tê-lo perdido, e raiva de mim mesma, por saber que tal culpa era absolutamente minha. As coisas se tornaram mais complicadas quando decidi que eu não quero. É, eu não quero viver sem te ter. Dependo de você, literalmente. E sinceramente? Já não faço questão da minha liberdade. Viver no aconchego dos teus braços é o bastante pra mim. Não quero liberdade, quero você.

 Não quero liberdade, quero você. Opíparo 

4:06
E eu, no fundo, te perdoava, te entendia, te amava cada vez mais. Você me mandou embora da sua casa, do seu carro, da sua vida, da memória do seu computador, do celular e do coração. Você me deletou. E eu fiquei quietinha, te esperando, rezando pra você ver que amor maior não tem.

Tati Bernardi

10:46
O nosso problema é que pensamos de mais e sentimos de menos. Não temos que entender os sentimentos, apenas senti-los.

10:01
Eu não caibo mais dentro de mim.

— Camila Costa. (via camilacosta)

10:01
Você nunca esteve aqui. Engraçado… Eu te vi tanto!

— Camila Costa. (via camilacosta)

9:59

Discordar do coração era a minha tarefa do dia, do mês, quiçá do ano! Eu vivo fracassando. Porque no meio da tarde vem aquela voz da Cássia Eller cantando que “não quero mais a tua insensatez”, e penso: não, não quero! Mas repenso: ah, como quero!

Eu quero. A insensatez, a loucura, o sumiço, os espinhos, o lado feio que tens e não sei anular. Nem sendo como és e carregando os defeitos que bem sei que carregas, eu sei te largar, deixar ir, odiar. Na verdade eu te odeio. Acontece que o ódio complementa o meu amor e caio nas tuas armadilhas por mais uma incontável vez, pois já me perdi nas contas das batalhas perdidas ao amor e a ti, que são a mesma pessoa.

Mas, então, como te expulso? Sem volta, sem perdão, sem “tudo bem, a gente conserta”, porque eu não tenho conserto e você também não. Já somos remendados demais, não podemos mais simplesmente trocar as peças e sairmos andando como dois pedaços inteiros quando, no fundo, somos quebrados ao extremos.

Para não mentir dizendo que venci, eu tornei a cantar a música como sempre quis cantá-la. Peguei novamente a voz da Cássia Eller e cantei o verso que nos pertence. Recantei para ver se você me escuta, e é tão simples… “Vamos descobrir o mundo juntos, baby.”

Camila Costa.

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